quinta-feira, 25 de novembro de 2010

minhas pequenas grandes amigas





São arretadas e desajeitadas;
também caladas e desconcertadas.


A irritada esperneia sem por quê
e briga sem saber,
o motivo pelo qual faz tanto fuzuê;
no final sorri com quem discutiu com tamanha simplicidade que nunca se viu.


A molequinha que índia parece
do olhar bondoso que se reveste
de curiosidade da vida que tece;
Doida nas horas "normais " do dia
palhaça sempre, sem limite de ousadia.


A amostrada demasiadamente
pela simplicidade que a faz graciosamente
como uma flor com semente;
Risonha sempre e a tristeza é negável,
pois nos contagia com sua alegria imutável.


A outra é briguenta e justiceira
pois a injustiça é inimiga da sua destreza 
e luta com certeza;
Anima a todos com apenas um olhar 
de felicidade que a traz e captura no ar.


A última,
uma pequena gênia cibernética
e todo momento está sempre energética,
pra falar suas gírias,
mas identificar essas tais xaradas 
nos deixam muito perturbadas.


Minhas pequenas grandes amigas;
São de um talento sobrenatural,
de uma gentileza parcial,
de um carisma casual,
Que riem por qualquer bobagem
e se trocam por uma boa malandragem
pois ainda vêem o mundo com os olhos de uma criança.
Criança sempre serão, mesmo quando adultas nunca se desprenderão, dessa fonte da juventude.
Enfim, são todas muito legais, 
de um amor sem igual
e ponto final.




                                                                                        amizade até nas horas vagas...





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